Comentarios

  • José Jayme

    Creio que hoje estamos no apice do contato entre as duas gerações e a comunicação entre o que uma deseja e o que a outra entende que seria desejável é um ponto crucial no entendimento entre ambas

  • José Jayme

    Creio que hoje estamos no apice do contato entre as duas gerações e a comunicação entre o que uma deseja e o que a outra entende que seria desejável é um ponto crucial no entendimento entre ambas

  • José Jayme

    Creio que hoje estamos no apice do contato entre as duas gerações e a comunicação entre o que uma deseja e o que a outra entende que seria desejável é um ponto crucial no entendimento entre ambas

  • http://twitter.com/denisferrari Denis Ferrari

    Realmente, não é de hoje que venho tendo a mesma sensação. Essas barreiras de gerações dificultam a comunicação e geram preconceitos.

    Geralmente, quem sofreu para ter uma coisa quer que a próxima geração sofra também, não tiro a razão, mas como as motivações mudaram, os meios também mudaram.

  • http://twitter.com/denisferrari Denis Ferrari

    Realmente, não é de hoje que venho tendo a mesma sensação. Essas barreiras de gerações dificultam a comunicação e geram preconceitos.

    Geralmente, quem sofreu para ter uma coisa quer que a próxima geração sofra também, não tiro a razão, mas como as motivações mudaram, os meios também mudaram.

  • http://twitter.com/denisferrari Denis Ferrari

    Realmente, não é de hoje que venho tendo a mesma sensação. Essas barreiras de gerações dificultam a comunicação e geram preconceitos.

    Geralmente, quem sofreu para ter uma coisa quer que a próxima geração sofra também, não tiro a razão, mas como as motivações mudaram, os meios também mudaram.

  • Paula Carina A

    Beatriz, na semana passada ouvi um comentário bem preconceituoso quanto à geração y. O fato de buscarmos nossos direitos e sempre querermos colocar em prática incomoda muito as pessoas. Desde quando iniciei no meu trabalho atual ouço as pessoas dizerem que a carga maior de trabalho e todo o ônus em qualquer situação deve cair sobre os ombros dos “novos” isso me irrita profundamente. “Afinal, recebemos o mesmo salário, não é mesmo?” Quando procuramos fazer cumprir nossos direitos e não calamos frente às injustiças somos mal interpretados e  acabamos ganhando estereotipos.

  • Paula Carina A

    Beatriz, na semana passada ouvi um comentário bem preconceituoso quanto à geração y. O fato de buscarmos nossos direitos e sempre querermos colocar em prática incomoda muito as pessoas. Desde quando iniciei no meu trabalho atual ouço as pessoas dizerem que a carga maior de trabalho e todo o ônus em qualquer situação deve cair sobre os ombros dos “novos” isso me irrita profundamente. “Afinal, recebemos o mesmo salário, não é mesmo?” Quando procuramos fazer cumprir nossos direitos e não calamos frente às injustiças somos mal interpretados e  acabamos ganhando estereotipos.

  • Paula Carina A

    Beatriz, na semana passada ouvi um comentário bem preconceituoso quanto à geração y. O fato de buscarmos nossos direitos e sempre querermos colocar em prática incomoda muito as pessoas. Desde quando iniciei no meu trabalho atual ouço as pessoas dizerem que a carga maior de trabalho e todo o ônus em qualquer situação deve cair sobre os ombros dos “novos” isso me irrita profundamente. “Afinal, recebemos o mesmo salário, não é mesmo?” Quando procuramos fazer cumprir nossos direitos e não calamos frente às injustiças somos mal interpretados e  acabamos ganhando estereotipos.

  • Giulia Smania

    Muito se fala de nossas características, como se fossemos todos iguais…mas a verdade é contrária! não queremos regras, queremos liberdade no trabalho – cada um em sua área, passamos a assumir responsabilidades com criatividade e vontade, e fazemos nosso trabalho com a dedicação. É isso.

  • Giulia Smania

    Muito se fala de nossas características, como se fossemos todos iguais…mas a verdade é contrária! não queremos regras, queremos liberdade no trabalho – cada um em sua área, passamos a assumir responsabilidades com criatividade e vontade, e fazemos nosso trabalho com a dedicação. É isso.

  • Giulia Smania

    Muito se fala de nossas características, como se fossemos todos iguais…mas a verdade é contrária! não queremos regras, queremos liberdade no trabalho – cada um em sua área, passamos a assumir responsabilidades com criatividade e vontade, e fazemos nosso trabalho com a dedicação. É isso.

  • Margareth Dias Machado

    Beatriz, adorei o seu artigo. A geração Y é realmente mais associada às características negativas do que positivas. Temos nossas peculiaridades devido ao contexto em que crescemos. O mundo mudou e gerou a necessidade de novas respostas, novas soluções. Quanto à ideia de que a geração Y é impaciente e por isso muda constantemente de emprego, em parte é verdade. Muitos não tem paciência para esperar por resultados ou quando percebem que o processo de ascensão na empresa é demorado, logo mudam de emprego. Mas, as empresas também carecem de elementos que motivem as pessoas a permanecerem nela por muito tempo. A questão é que a geração Y tem coragem para buscar o novo, característica que não era presente de forma tão intensa em outras gerações. Meu pai trabalhou durante 35 anos na mesma empresa, atualmente acho improvável que alguém fique por tanto tempo em uma empresa.

  • Margareth Dias Machado

    Beatriz, adorei o seu artigo. A geração Y é realmente mais associada às características negativas do que positivas. Temos nossas peculiaridades devido ao contexto em que crescemos. O mundo mudou e gerou a necessidade de novas respostas, novas soluções. Quanto à ideia de que a geração Y é impaciente e por isso muda constantemente de emprego, em parte é verdade. Muitos não tem paciência para esperar por resultados ou quando percebem que o processo de ascensão na empresa é demorado, logo mudam de emprego. Mas, as empresas também carecem de elementos que motivem as pessoas a permanecerem nela por muito tempo. A questão é que a geração Y tem coragem para buscar o novo, característica que não era presente de forma tão intensa em outras gerações. Meu pai trabalhou durante 35 anos na mesma empresa, atualmente acho improvável que alguém fique por tanto tempo em uma empresa.

  • Margareth Dias Machado

    Beatriz, adorei o seu artigo. A geração Y é realmente mais associada às características negativas do que positivas. Temos nossas peculiaridades devido ao contexto em que crescemos. O mundo mudou e gerou a necessidade de novas respostas, novas soluções. Quanto à ideia de que a geração Y é impaciente e por isso muda constantemente de emprego, em parte é verdade. Muitos não tem paciência para esperar por resultados ou quando percebem que o processo de ascensão na empresa é demorado, logo mudam de emprego. Mas, as empresas também carecem de elementos que motivem as pessoas a permanecerem nela por muito tempo. A questão é que a geração Y tem coragem para buscar o novo, característica que não era presente de forma tão intensa em outras gerações. Meu pai trabalhou durante 35 anos na mesma empresa, atualmente acho improvável que alguém fique por tanto tempo em uma empresa.

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