Comentarios

  • Deborahcapell

    Até eu que nem conheço a Alice me emocionei com o seu texto…além de escrever muito bem, a generosidade e cumplicidade de Alice lhe fez enxergar através de uma perda emocional, perdas complicadas racionalmente…o seu texto foi criativo demais! Concordo com você! Perder faz parte da história e o fardo é carregado de memórias positivas e provavelmente de muito aprendizado, e estes serão necessários mais À frente!

  • Deborahcapell

    Até eu que nem conheço a Alice me emocionei com o seu texto…além de escrever muito bem, a generosidade e cumplicidade de Alice lhe fez enxergar através de uma perda emocional, perdas complicadas racionalmente…o seu texto foi criativo demais! Concordo com você! Perder faz parte da história e o fardo é carregado de memórias positivas e provavelmente de muito aprendizado, e estes serão necessários mais À frente!

  • Deborahcapell

    Até eu que nem conheço a Alice me emocionei com o seu texto…além de escrever muito bem, a generosidade e cumplicidade de Alice lhe fez enxergar através de uma perda emocional, perdas complicadas racionalmente…o seu texto foi criativo demais! Concordo com você! Perder faz parte da história e o fardo é carregado de memórias positivas e provavelmente de muito aprendizado, e estes serão necessários mais À frente!

  • Alan Rodrigues

    José, concordo plenamente com você e considero a derrota como premissa para sermos quem somos. Não estou dizendo que precisamos buscar a derrota, mas é este sentimento que nos faz termos experiências, como a sua bela narrativa. 
    Um simples exemplo é processo para aprender a andar de bicicleta, toda criança tem a vontade em descobrir o sabor que tem no andar de bicicleta, para eles conseguir dar a primeira pedalada é questão de honra, entretanto até que isto aconteça muitos se deparam com obstáculos horríveis, o medo, o carro, o poste, entre outros inúmeras barreiras. 
    Quando nos tornamos adultos perdemos a essência de criança, aquela mesma que está guardada em algum lugar dentro de nós, que tinha orgulho em mostrar os arranhões, hematomas e gessos nos braços e pernas,  por ter caído da bicicleta ao tentar pedalar e guiar a magricela bicicleta.
    Seguir em frente significa na minha opinião, voltar a ser criança, se alegrar com a derrota, claro que é muito melhor se alegrar com a vitória, mas a derrota nos ensina muitas coisas, como por exemplo ousar, amar, sentir, saber, conhecer.
    Como diz o compositor e cantor Roberto Carlos,”se eu chorei ou se sofri, o importante é que emoções eu vivi”, Jesus Cristo também nos orientou quando falou: “O choro pode durar uma noite, mas alegria vem ao amanhecer”.

    Um grande abraço.

  • Alan Rodrigues

    José, concordo plenamente com você e considero a derrota como premissa para sermos quem somos. Não estou dizendo que precisamos buscar a derrota, mas é este sentimento que nos faz termos experiências, como a sua bela narrativa. 
    Um simples exemplo é processo para aprender a andar de bicicleta, toda criança tem a vontade em descobrir o sabor que tem no andar de bicicleta, para eles conseguir dar a primeira pedalada é questão de honra, entretanto até que isto aconteça muitos se deparam com obstáculos horríveis, o medo, o carro, o poste, entre outros inúmeras barreiras. 
    Quando nos tornamos adultos perdemos a essência de criança, aquela mesma que está guardada em algum lugar dentro de nós, que tinha orgulho em mostrar os arranhões, hematomas e gessos nos braços e pernas,  por ter caído da bicicleta ao tentar pedalar e guiar a magricela bicicleta.
    Seguir em frente significa na minha opinião, voltar a ser criança, se alegrar com a derrota, claro que é muito melhor se alegrar com a vitória, mas a derrota nos ensina muitas coisas, como por exemplo ousar, amar, sentir, saber, conhecer.
    Como diz o compositor e cantor Roberto Carlos,”se eu chorei ou se sofri, o importante é que emoções eu vivi”, Jesus Cristo também nos orientou quando falou: “O choro pode durar uma noite, mas alegria vem ao amanhecer”.

    Um grande abraço.

  • Alan Rodrigues

    José, concordo plenamente com você e considero a derrota como premissa para sermos quem somos. Não estou dizendo que precisamos buscar a derrota, mas é este sentimento que nos faz termos experiências, como a sua bela narrativa. 
    Um simples exemplo é processo para aprender a andar de bicicleta, toda criança tem a vontade em descobrir o sabor que tem no andar de bicicleta, para eles conseguir dar a primeira pedalada é questão de honra, entretanto até que isto aconteça muitos se deparam com obstáculos horríveis, o medo, o carro, o poste, entre outros inúmeras barreiras. 
    Quando nos tornamos adultos perdemos a essência de criança, aquela mesma que está guardada em algum lugar dentro de nós, que tinha orgulho em mostrar os arranhões, hematomas e gessos nos braços e pernas,  por ter caído da bicicleta ao tentar pedalar e guiar a magricela bicicleta.
    Seguir em frente significa na minha opinião, voltar a ser criança, se alegrar com a derrota, claro que é muito melhor se alegrar com a vitória, mas a derrota nos ensina muitas coisas, como por exemplo ousar, amar, sentir, saber, conhecer.
    Como diz o compositor e cantor Roberto Carlos,”se eu chorei ou se sofri, o importante é que emoções eu vivi”, Jesus Cristo também nos orientou quando falou: “O choro pode durar uma noite, mas alegria vem ao amanhecer”.

    Um grande abraço.

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