Não é segredo pra ninguém que nenhuma empresa é perfeita. O primeiro dia é sempre inesquecível, você é na maioria das vezes bem vindo por todos, e pelo simples fato de fazer essa “oxigenação profissional” com novas pessoas e assuntos, tudo parece muito melhor do que era antes.
Então, como em todo novo ambiente, coisas e pessoas vão ganhando seu formato original, com defeitos e fragilidades. Ansiedades e idealizações se estabilizam, as verdades que se mostram agora não são mais aquelas que queríamos ver, mas sim as que realmente existem, e mesmo nós, passamos a agir mais naturalmente à medida que a intimidade se estabelece.
Não dá para ser diferente. Empresas com dificuldades e defeitos nos fazem amadurecer e nos tornar mais preparados para as próximas empresas que passarão por nossa carreira até que tenhamos experiência e estabilidade profissional suficientes para escolher quais dificuldades e defeitos optaremos por nos sujeitar, já que fugir do problema todo nunca será uma opção.
A questão que gostaria de levantar aqui é o esforço desnecessário que algumas pessoas têm de contaminar negativamente aqueles que estão iniciando e ainda não tiveram ao menos o tempo hábil de parar para observar todo esse “holocausto” percebido por quem, normalmente, já adquiriu uma visão viciada da empresa e exagerada do problema.
Problema que é problema, uma hora ou outra vai ser percebido mesmo pelos mais novatos. Ninguém precisa ficar relatando tudo aquilo que a pessoa pode vir a passar. E quando digo “relatando”, na verdade o que mais parece é uma série de desabafos de gente que não consegue se encontrar em sua vida profissional, porque aqueles que sabem, passam pelos mesmos problemas, mas rapidamente encontram soluções, nem que para isso seja necessário fazer uma nova oxigenação.
“ – Mas veja bem, amiga, só estou te falando tudo isso porque gosto de você e quero seu bem. Você me entende, não é?”
é duro interargir com profissionais que estacionaram.
Juliana
Olá Beatriz,
é duro interargir com profissionais que estacionaram.
Juliana
Olá Beatriz,
é duro interargir com profissionais que estacionaram.
Beatriz
Olá Juliana,
Você mencionou a palavra certa: interação. Pisamos em ovos na hora de interagir com este tipo de pessoa. Se estamos satisfeitos com o trabalho somos inocentes, se ficamos calados às reclamações acham que não temos opinião formada.
Ainda assim sempre acabo escolhendo a segunda opção e tento não perder as esperanças de que um dia encontrarão aquilo que as façam felizes.
Obrigada pelo comentário!
Abs,
Bia
Beatriz
Olá Juliana,
Você mencionou a palavra certa: interação. Pisamos em ovos na hora de interagir com este tipo de pessoa. Se estamos satisfeitos com o trabalho somos inocentes, se ficamos calados às reclamações acham que não temos opinião formada.
Ainda assim sempre acabo escolhendo a segunda opção e tento não perder as esperanças de que um dia encontrarão aquilo que as façam felizes.
Obrigada pelo comentário!
Abs,
Bia
Beatriz
Olá Juliana,
Você mencionou a palavra certa: interação. Pisamos em ovos na hora de interagir com este tipo de pessoa. Se estamos satisfeitos com o trabalho somos inocentes, se ficamos calados às reclamações acham que não temos opinião formada.
Ainda assim sempre acabo escolhendo a segunda opção e tento não perder as esperanças de que um dia encontrarão aquilo que as façam felizes.
Tenho 23 anos e sou formada em administração a pouco mais de 2 anos. Já passei por 6 empresas desde que comecei a minha caminhada profissional aos 16 anos. Confirmo todas as suas palavras, realmente tudo são flores no inicio, ao decorrer dos meses e ouvindo reclamções de antigos funcionários começamos a exergar os problemas e a partir daí surge a insatisfação. A solução imeditada que vem a cabeça é reclamar e mudar de empresa. O que nós não percebemos é que isso é um ciclo vicioso. Sempre estamos insatisfeito com algo então viver como um nômade, mudando de trabalho semestralmente é mesmo vantajoso ou apenas uma substituição de problemas? Melhor mesmo é tentar se adaptar ao perfil da empresa e até mesmo sugerir melhorias na primeira oportunidade. O profissional para manter a empregabilidade no mercado atual deve ser tão dinâmico quanto ele. Fica a dica!
Tenho 23 anos e sou formada em administração a pouco mais de 2 anos. Já passei por 6 empresas desde que comecei a minha caminhada profissional aos 16 anos. Confirmo todas as suas palavras, realmente tudo são flores no inicio, ao decorrer dos meses e ouvindo reclamções de antigos funcionários começamos a exergar os problemas e a partir daí surge a insatisfação. A solução imeditada que vem a cabeça é reclamar e mudar de empresa. O que nós não percebemos é que isso é um ciclo vicioso. Sempre estamos insatisfeito com algo então viver como um nômade, mudando de trabalho semestralmente é mesmo vantajoso ou apenas uma substituição de problemas? Melhor mesmo é tentar se adaptar ao perfil da empresa e até mesmo sugerir melhorias na primeira oportunidade. O profissional para manter a empregabilidade no mercado atual deve ser tão dinâmico quanto ele. Fica a dica!
Tenho 23 anos e sou formada em administração a pouco mais de 2 anos. Já passei por 6 empresas desde que comecei a minha caminhada profissional aos 16 anos. Confirmo todas as suas palavras, realmente tudo são flores no inicio, ao decorrer dos meses e ouvindo reclamções de antigos funcionários começamos a exergar os problemas e a partir daí surge a insatisfação. A solução imeditada que vem a cabeça é reclamar e mudar de empresa. O que nós não percebemos é que isso é um ciclo vicioso. Sempre estamos insatisfeito com algo então viver como um nômade, mudando de trabalho semestralmente é mesmo vantajoso ou apenas uma substituição de problemas? Melhor mesmo é tentar se adaptar ao perfil da empresa e até mesmo sugerir melhorias na primeira oportunidade. O profissional para manter a empregabilidade no mercado atual deve ser tão dinâmico quanto ele. Fica a dica!
Beatriz
Boa Jamile! Sugestões alternativas não necessariamente precisam ser sugestões radicais. Mudar de emprego não deve ser a primeira opção, pois infelizmente este perfil de profissional tem em toda empresa. Mas complementando sua ideia, acho importante também tentar se “blindar” um pouco dessa energia pesada. Você comentou sobre “tentar de adaptar”, e as vezes isso não é tão simples, pois exige que você entre no ritmo da empresa sem se deixar contaminar negativamente. E até que os outros absorvam suas sugestões de melhorias, é preciso ficar atento ao nosso bem estar dentro do ambiente profissional, que querendo ou não, é onde passamos a maior parte do nosso dia.
Obrigada pelo comentário!
Abs,
Bia
Beatriz
Boa Jamile! Sugestões alternativas não necessariamente precisam ser sugestões radicais. Mudar de emprego não deve ser a primeira opção, pois infelizmente este perfil de profissional tem em toda empresa. Mas complementando sua ideia, acho importante também tentar se “blindar” um pouco dessa energia pesada. Você comentou sobre “tentar de adaptar”, e as vezes isso não é tão simples, pois exige que você entre no ritmo da empresa sem se deixar contaminar negativamente. E até que os outros absorvam suas sugestões de melhorias, é preciso ficar atento ao nosso bem estar dentro do ambiente profissional, que querendo ou não, é onde passamos a maior parte do nosso dia.
Obrigada pelo comentário!
Abs,
Bia
Beatriz
Boa Jamile! Sugestões alternativas não necessariamente precisam ser sugestões radicais. Mudar de emprego não deve ser a primeira opção, pois infelizmente este perfil de profissional tem em toda empresa. Mas complementando sua ideia, acho importante também tentar se “blindar” um pouco dessa energia pesada. Você comentou sobre “tentar de adaptar”, e as vezes isso não é tão simples, pois exige que você entre no ritmo da empresa sem se deixar contaminar negativamente. E até que os outros absorvam suas sugestões de melhorias, é preciso ficar atento ao nosso bem estar dentro do ambiente profissional, que querendo ou não, é onde passamos a maior parte do nosso dia.
Obrigada pelo comentário!
Abs,
Bia
http://www.developbr.com/blog Frederico Costa
Li o post e meu comentário tem muito a ver com seu último comment. As pessoas precisam mesmo se “blindar” dessa energia, desses comentários. É preciso saber filtrar as informações (nem excluir tudo e nem aceitar tudo) que estão vindo, e realmente jogar fora o que não vai te ajudar. Toda empresa tem defeitos (a gente escuta muito essa frase), mas todas têm qualidades e oportunidades também. Se a sua situação na empresa que você está é boa, esteja atento a tudo que acontece ao seu lado, mas siga em frente sem se abalar com o que não vale a pena.
http://www.developbr.com/blog Frederico Costa
Li o post e meu comentário tem muito a ver com seu último comment. As pessoas precisam mesmo se “blindar” dessa energia, desses comentários. É preciso saber filtrar as informações (nem excluir tudo e nem aceitar tudo) que estão vindo, e realmente jogar fora o que não vai te ajudar. Toda empresa tem defeitos (a gente escuta muito essa frase), mas todas têm qualidades e oportunidades também. Se a sua situação na empresa que você está é boa, esteja atento a tudo que acontece ao seu lado, mas siga em frente sem se abalar com o que não vale a pena.
http://www.developbr.com/blog Frederico Costa
Li o post e meu comentário tem muito a ver com seu último comment. As pessoas precisam mesmo se “blindar” dessa energia, desses comentários. É preciso saber filtrar as informações (nem excluir tudo e nem aceitar tudo) que estão vindo, e realmente jogar fora o que não vai te ajudar. Toda empresa tem defeitos (a gente escuta muito essa frase), mas todas têm qualidades e oportunidades também. Se a sua situação na empresa que você está é boa, esteja atento a tudo que acontece ao seu lado, mas siga em frente sem se abalar com o que não vale a pena.
Beatriz
É isso mesmo, Frederico. Você entendeu a ideia perfeitamente.
Obrigada pelo comentário!
Abs,
Bia
Beatriz
É isso mesmo, Frederico. Você entendeu a ideia perfeitamente.
Obrigada pelo comentário!
Abs,
Bia
Beatriz
É isso mesmo, Frederico. Você entendeu a ideia perfeitamente.
Um espaço para expressão de ideias, experiências, estudos, leituras, vivências e aprendizados. Trazendo um olhar jovem e único sobre os diversos temas existentes no dia a dia profissional e pessoal.
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