Comentarios

  • http://blog.felipecalegario.com Felipe Calegario

    Não sou descrente quanto ao potencial da nossa geração inclusive no cenário político. A desmotivação e desinteresse ocorrem principalmente pelo descrédito da classe e a impunidade presente nos mais diversos setores.
    Falta-nos uma melhor forma de fazer política, que priorize o compromisso ético e que seja atualizada quanto aos desafios do nosso tempo.

  • http://blog.felipecalegario.com Felipe Calegario

    Não sou descrente quanto ao potencial da nossa geração inclusive no cenário político. A desmotivação e desinteresse ocorrem principalmente pelo descrédito da classe e a impunidade presente nos mais diversos setores.
    Falta-nos uma melhor forma de fazer política, que priorize o compromisso ético e que seja atualizada quanto aos desafios do nosso tempo.

  • http://blog.felipecalegario.com Felipe Calegario

    Não sou descrente quanto ao potencial da nossa geração inclusive no cenário político. A desmotivação e desinteresse ocorrem principalmente pelo descrédito da classe e a impunidade presente nos mais diversos setores.
    Falta-nos uma melhor forma de fazer política, que priorize o compromisso ético e que seja atualizada quanto aos desafios do nosso tempo.

  • Otavio C

    Concordo plenamente com os motivos apontados pelo Felipe e por você sobre o que desencoraja o engajamento político da nossa geração. Mas não acredito que nos falte ética ou a famosa ‘vergonha na cara’ para nos levantarmos e agirmos. Sinceramente, acho que não sou o único tomado pela descrença total na maioria das formas de governo e estruturas políticas vigentes. Mas é simplista culpar a corrupção. O problema é mais embaixo. Ou melhor, o problema é anterior. Qualquer saída ou solução parece utópica. Pode ser que tenhamos caído em uma rede de acomodação, mas duvido que um Diretas Já, ou Caras Pintadas, ou mesmo a mobilização estudantil e/ou armada, funcionaria atualmente, frente à atual ‘conjuntura’ sociopolítica.

  • Otavio C

    Concordo plenamente com os motivos apontados pelo Felipe e por você sobre o que desencoraja o engajamento político da nossa geração. Mas não acredito que nos falte ética ou a famosa ‘vergonha na cara’ para nos levantarmos e agirmos. Sinceramente, acho que não sou o único tomado pela descrença total na maioria das formas de governo e estruturas políticas vigentes. Mas é simplista culpar a corrupção. O problema é mais embaixo. Ou melhor, o problema é anterior. Qualquer saída ou solução parece utópica. Pode ser que tenhamos caído em uma rede de acomodação, mas duvido que um Diretas Já, ou Caras Pintadas, ou mesmo a mobilização estudantil e/ou armada, funcionaria atualmente, frente à atual ‘conjuntura’ sociopolítica.

  • Otavio C

    Concordo plenamente com os motivos apontados pelo Felipe e por você sobre o que desencoraja o engajamento político da nossa geração. Mas não acredito que nos falte ética ou a famosa ‘vergonha na cara’ para nos levantarmos e agirmos. Sinceramente, acho que não sou o único tomado pela descrença total na maioria das formas de governo e estruturas políticas vigentes. Mas é simplista culpar a corrupção. O problema é mais embaixo. Ou melhor, o problema é anterior. Qualquer saída ou solução parece utópica. Pode ser que tenhamos caído em uma rede de acomodação, mas duvido que um Diretas Já, ou Caras Pintadas, ou mesmo a mobilização estudantil e/ou armada, funcionaria atualmente, frente à atual ‘conjuntura’ sociopolítica.

  • Rebeca CM

    Não podemos culpar o cenário político pela falta de interesse na política. Só votar é muito fácil, porque no fundo, nós ainda não compreendemos a responsabilidade e o peso do voto nas nossas vidas.
    Não tem nada a ver com partidos e sim com consciência política, com aquilo que nós queremos que os políticos “queiram” pra gente. Quem já viu tim tim por tim tim das propostas de todos os candidatos que pensa em votar? tenho que fazer um MEA CULPA: eu não vi.
    Rotular a nossa geração como “alienada” não é o mais assertivo, mas é completamente compreensível. Independentemente da classe social ou da “tribo”às quais a pessoa pertença, todos nós temos em comum o interesse muito grande em alguma coisa. Que nem sempre tem relação com o coletivo.
    Esse interesse quase beira o vício, mas muitas vezes ele é direcionado apenas pro mundinho de cada um, como se não fosse do interesse daquele indivíduo participar da sociedade de maneira a construir algo em conjunto. O indivíduo quer viver, usufruir do que puder e ponto final.
    Na verdade, nós somos produtos da sociedade atual, da criação dos nossos pais, e isso não se muda tão facilmente. A nossa fidelidade ao chefe, ao emprego e, muitas vezes, às pessoas também pode ser questionável, MAS, fomos ensinados a viver assim.
    Nossas vontades foram prontamente atendidas sempre, e sempre algo material ou de troca monetária era criado para preencher qualquer conceito subjetivo que nos faltasse.
    Não somos um bando de monstrinhos, mas, em relação a gerações anteriores, somos muito acomodados e queremos crescer e “declarar independência” nos quesitos que melhor nos convém..rs…
    Como será, social e politicamente falando, o “quarentão” da geração Y?

  • Rebeca CM

    Não podemos culpar o cenário político pela falta de interesse na política. Só votar é muito fácil, porque no fundo, nós ainda não compreendemos a responsabilidade e o peso do voto nas nossas vidas.
    Não tem nada a ver com partidos e sim com consciência política, com aquilo que nós queremos que os políticos “queiram” pra gente. Quem já viu tim tim por tim tim das propostas de todos os candidatos que pensa em votar? tenho que fazer um MEA CULPA: eu não vi.
    Rotular a nossa geração como “alienada” não é o mais assertivo, mas é completamente compreensível. Independentemente da classe social ou da “tribo”às quais a pessoa pertença, todos nós temos em comum o interesse muito grande em alguma coisa. Que nem sempre tem relação com o coletivo.
    Esse interesse quase beira o vício, mas muitas vezes ele é direcionado apenas pro mundinho de cada um, como se não fosse do interesse daquele indivíduo participar da sociedade de maneira a construir algo em conjunto. O indivíduo quer viver, usufruir do que puder e ponto final.
    Na verdade, nós somos produtos da sociedade atual, da criação dos nossos pais, e isso não se muda tão facilmente. A nossa fidelidade ao chefe, ao emprego e, muitas vezes, às pessoas também pode ser questionável, MAS, fomos ensinados a viver assim.
    Nossas vontades foram prontamente atendidas sempre, e sempre algo material ou de troca monetária era criado para preencher qualquer conceito subjetivo que nos faltasse.
    Não somos um bando de monstrinhos, mas, em relação a gerações anteriores, somos muito acomodados e queremos crescer e “declarar independência” nos quesitos que melhor nos convém..rs…
    Como será, social e politicamente falando, o “quarentão” da geração Y?

  • Rebeca CM

    Não podemos culpar o cenário político pela falta de interesse na política. Só votar é muito fácil, porque no fundo, nós ainda não compreendemos a responsabilidade e o peso do voto nas nossas vidas.
    Não tem nada a ver com partidos e sim com consciência política, com aquilo que nós queremos que os políticos “queiram” pra gente. Quem já viu tim tim por tim tim das propostas de todos os candidatos que pensa em votar? tenho que fazer um MEA CULPA: eu não vi.
    Rotular a nossa geração como “alienada” não é o mais assertivo, mas é completamente compreensível. Independentemente da classe social ou da “tribo”às quais a pessoa pertença, todos nós temos em comum o interesse muito grande em alguma coisa. Que nem sempre tem relação com o coletivo.
    Esse interesse quase beira o vício, mas muitas vezes ele é direcionado apenas pro mundinho de cada um, como se não fosse do interesse daquele indivíduo participar da sociedade de maneira a construir algo em conjunto. O indivíduo quer viver, usufruir do que puder e ponto final.
    Na verdade, nós somos produtos da sociedade atual, da criação dos nossos pais, e isso não se muda tão facilmente. A nossa fidelidade ao chefe, ao emprego e, muitas vezes, às pessoas também pode ser questionável, MAS, fomos ensinados a viver assim.
    Nossas vontades foram prontamente atendidas sempre, e sempre algo material ou de troca monetária era criado para preencher qualquer conceito subjetivo que nos faltasse.
    Não somos um bando de monstrinhos, mas, em relação a gerações anteriores, somos muito acomodados e queremos crescer e “declarar independência” nos quesitos que melhor nos convém..rs…
    Como será, social e politicamente falando, o “quarentão” da geração Y?

  • http://alexandre-silva.com Alexandre Silva

    Acho que a geração Y tem um poder enorme nas questões políticas, para isto basta que alguém puxe a fila. Isto já acontece com muita força no mundo corporativo, acredito que poderia acontecer o mesmo no campo político.
    Admiro muito esta geração.
    Parabéns pelo artigo, este já é um bom começo.
    Abs,
    Alexandre Silva

  • http://alexandre-silva.com Alexandre Silva

    Acho que a geração Y tem um poder enorme nas questões políticas, para isto basta que alguém puxe a fila. Isto já acontece com muita força no mundo corporativo, acredito que poderia acontecer o mesmo no campo político.
    Admiro muito esta geração.
    Parabéns pelo artigo, este já é um bom começo.
    Abs,
    Alexandre Silva

  • http://alexandre-silva.com Alexandre Silva

    Acho que a geração Y tem um poder enorme nas questões políticas, para isto basta que alguém puxe a fila. Isto já acontece com muita força no mundo corporativo, acredito que poderia acontecer o mesmo no campo político.
    Admiro muito esta geração.
    Parabéns pelo artigo, este já é um bom começo.
    Abs,
    Alexandre Silva

  • http://papolibre.blogspot.com Maxsuel Siqueira

    Beatriz, parabéns pelo artigo. Os amigos do MC todos sabem que andei ausente, mas a questão política sempre fala mais forte em mim. Acho que a maneira pela qual entendemos a instituição Política é que está errada. Totalmente errada.

    ‎”Não se pode olhar a lua, como diz Augusto Boal, sem fazer política. Tudo o que você faz é política” (Tom Zé).

    Um abraço,
    Maxsuel

  • http://papolibre.blogspot.com Maxsuel Siqueira

    Beatriz, parabéns pelo artigo. Os amigos do MC todos sabem que andei ausente, mas a questão política sempre fala mais forte em mim. Acho que a maneira pela qual entendemos a instituição Política é que está errada. Totalmente errada.

    ‎”Não se pode olhar a lua, como diz Augusto Boal, sem fazer política. Tudo o que você faz é política” (Tom Zé).

    Um abraço,
    Maxsuel

  • http://papolibre.blogspot.com Maxsuel Siqueira

    Beatriz, parabéns pelo artigo. Os amigos do MC todos sabem que andei ausente, mas a questão política sempre fala mais forte em mim. Acho que a maneira pela qual entendemos a instituição Política é que está errada. Totalmente errada.

    ‎”Não se pode olhar a lua, como diz Augusto Boal, sem fazer política. Tudo o que você faz é política” (Tom Zé).

    Um abraço,
    Maxsuel

Leia Tambem...

Logo

Um espaço para expressão de ideias, experiências, estudos, leituras, vivências e aprendizados. Trazendo um olhar jovem e único sobre os diversos temas existentes no dia a dia profissional e pessoal.

Siga-nos no...

AUTORES

+COMPARTILHADOS

[most-shared-posts num_posts="10" recency_limit_unit="days" max_month_age="1" ]