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  • http://br.linkedin.com/in/ticarsil Tiago C Silva

    Quando eu leio esse tipo de notícia me arrepia pelo fato de que não sei qual caminho seguir para melhor aproveitar essas oportunidades. Sair da empresa onde estou? Abrir meu próprio negócio? Como aproveitar? A geração Y, no qual estou incluso, sabe das oportunidades, mas nos falta uma orientação de como consegui-lás. Uma vez identificadas, saiam da frente, porque vamos até o fim.

  • http://br.linkedin.com/in/ticarsil Tiago C Silva

    Quando eu leio esse tipo de notícia me arrepia pelo fato de que não sei qual caminho seguir para melhor aproveitar essas oportunidades. Sair da empresa onde estou? Abrir meu próprio negócio? Como aproveitar? A geração Y, no qual estou incluso, sabe das oportunidades, mas nos falta uma orientação de como consegui-lás. Uma vez identificadas, saiam da frente, porque vamos até o fim.

  • http://br.linkedin.com/in/ticarsil Tiago C Silva

    Quando eu leio esse tipo de notícia me arrepia pelo fato de que não sei qual caminho seguir para melhor aproveitar essas oportunidades. Sair da empresa onde estou? Abrir meu próprio negócio? Como aproveitar? A geração Y, no qual estou incluso, sabe das oportunidades, mas nos falta uma orientação de como consegui-lás. Uma vez identificadas, saiam da frente, porque vamos até o fim.

  • Leandro

    Acredito que não há um grande número de pessoas não qualificadas no Brasil,pois existe muita gente boa e qualificada disponível no mercado que não foi descoberta pelas empresas,o que as organizações deveriam fazer é estimular seus funcionários para obter o nível de qualificação que eles precisam,seria bem mais fácil do que procurar um profissional completo 100% que a empresa procura,e isso é bem difícil de encontrar, mas isso requer investimentos e como toda empresa,a diminuição de gastos fala mais alto, mas depois não reclamada falta de talentos no mercado,será que eles não enxergam isso?

  • Leandro

    Acredito que não há um grande número de pessoas não qualificadas no Brasil,pois existe muita gente boa e qualificada disponível no mercado que não foi descoberta pelas empresas,o que as organizações deveriam fazer é estimular seus funcionários para obter o nível de qualificação que eles precisam,seria bem mais fácil do que procurar um profissional completo 100% que a empresa procura,e isso é bem difícil de encontrar, mas isso requer investimentos e como toda empresa,a diminuição de gastos fala mais alto, mas depois não reclamada falta de talentos no mercado,será que eles não enxergam isso?

  • Leandro

    Acredito que não há um grande número de pessoas não qualificadas no Brasil,pois existe muita gente boa e qualificada disponível no mercado que não foi descoberta pelas empresas,o que as organizações deveriam fazer é estimular seus funcionários para obter o nível de qualificação que eles precisam,seria bem mais fácil do que procurar um profissional completo 100% que a empresa procura,e isso é bem difícil de encontrar, mas isso requer investimentos e como toda empresa,a diminuição de gastos fala mais alto, mas depois não reclamada falta de talentos no mercado,será que eles não enxergam isso?

  • http://www.tossulino.com Guilherme Tossulino

    @Leandro,

    Conheço muitas empresas com vagas em aberto, mas sem pessoas qualificadas para ocuparem-as. Isso ocorre com mais frequência em cargos técnicos na engenharia e agora também na tecnologia da informação.

    Falo dessas áreas porque vivencio com mais frequencia, no entanto acredito que aconteçam com outras proporções em outros ramos.

    Se existem vagas, pagando bons salários e com ótimas perspectivas, e os profissionais bons desconhecem isso, talvez precisem melhorar o networking ou então flertar com o mercado em busca de novos desafios.

    Um abraço.

  • http://www.tossulino.com Guilherme Tossulino

    @Leandro,

    Conheço muitas empresas com vagas em aberto, mas sem pessoas qualificadas para ocuparem-as. Isso ocorre com mais frequência em cargos técnicos na engenharia e agora também na tecnologia da informação.

    Falo dessas áreas porque vivencio com mais frequencia, no entanto acredito que aconteçam com outras proporções em outros ramos.

    Se existem vagas, pagando bons salários e com ótimas perspectivas, e os profissionais bons desconhecem isso, talvez precisem melhorar o networking ou então flertar com o mercado em busca de novos desafios.

    Um abraço.

  • http://www.tossulino.com Guilherme Tossulino

    @Leandro,

    Conheço muitas empresas com vagas em aberto, mas sem pessoas qualificadas para ocuparem-as. Isso ocorre com mais frequência em cargos técnicos na engenharia e agora também na tecnologia da informação.

    Falo dessas áreas porque vivencio com mais frequencia, no entanto acredito que aconteçam com outras proporções em outros ramos.

    Se existem vagas, pagando bons salários e com ótimas perspectivas, e os profissionais bons desconhecem isso, talvez precisem melhorar o networking ou então flertar com o mercado em busca de novos desafios.

    Um abraço.

  • Allan

    Em algumas atividades acredito que existe um dogma de que não há mão de obra qualificada, mas a verdade é que as vezes existe mão de obra de qualidade mas as empresas, principalmente as pequenas e médias, não estão dispostas a remunerar bem este profissional. É bom ressaltar que educação no Brasil custa caro e que exige certo investimento por parte do profissional e que nem sempre o salário proposto compensa o investimento feito. Pelo mesmo motivo acho que é muito difícil as empresas trazerem profissionais de fora devido a qualidade dos profissionais Brasileiros, visto que não tem as vezes condições de pagar pelo nível de qualidade exigido. Em resumo, não dá para comprar Caviar pelo preço de mandioca.

  • Allan

    Em algumas atividades acredito que existe um dogma de que não há mão de obra qualificada, mas a verdade é que as vezes existe mão de obra de qualidade mas as empresas, principalmente as pequenas e médias, não estão dispostas a remunerar bem este profissional. É bom ressaltar que educação no Brasil custa caro e que exige certo investimento por parte do profissional e que nem sempre o salário proposto compensa o investimento feito. Pelo mesmo motivo acho que é muito difícil as empresas trazerem profissionais de fora devido a qualidade dos profissionais Brasileiros, visto que não tem as vezes condições de pagar pelo nível de qualidade exigido. Em resumo, não dá para comprar Caviar pelo preço de mandioca.

  • Allan

    Em algumas atividades acredito que existe um dogma de que não há mão de obra qualificada, mas a verdade é que as vezes existe mão de obra de qualidade mas as empresas, principalmente as pequenas e médias, não estão dispostas a remunerar bem este profissional. É bom ressaltar que educação no Brasil custa caro e que exige certo investimento por parte do profissional e que nem sempre o salário proposto compensa o investimento feito. Pelo mesmo motivo acho que é muito difícil as empresas trazerem profissionais de fora devido a qualidade dos profissionais Brasileiros, visto que não tem as vezes condições de pagar pelo nível de qualidade exigido. Em resumo, não dá para comprar Caviar pelo preço de mandioca.

  • http://www.brunomascarenhas.com.br Bruno Mascarenhas

    Ótimo post! Também tenho esse receio, porém, não é ligado apenas aos eventos citados, mas sim, ao fato de conseguir aproveitar esses dois eventos e conquistar algo sustentável que se mantenha mesmo depois de 2016. O grande desafio não é só saber aproveitar essas oportunidades, é também encontrar maneiras de tirar proveito desses eventos para sobreviver na ausência deles. Adorei a reflexão!

  • http://www.brunomascarenhas.com.br Bruno Mascarenhas

    Ótimo post! Também tenho esse receio, porém, não é ligado apenas aos eventos citados, mas sim, ao fato de conseguir aproveitar esses dois eventos e conquistar algo sustentável que se mantenha mesmo depois de 2016. O grande desafio não é só saber aproveitar essas oportunidades, é também encontrar maneiras de tirar proveito desses eventos para sobreviver na ausência deles. Adorei a reflexão!

  • http://www.brunomascarenhas.com.br Bruno Mascarenhas

    Ótimo post! Também tenho esse receio, porém, não é ligado apenas aos eventos citados, mas sim, ao fato de conseguir aproveitar esses dois eventos e conquistar algo sustentável que se mantenha mesmo depois de 2016. O grande desafio não é só saber aproveitar essas oportunidades, é também encontrar maneiras de tirar proveito desses eventos para sobreviver na ausência deles. Adorei a reflexão!

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