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	<title>Comentários sobre: A Geração Y e um novo gestor</title>
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	<description>A Geração Y descobre o caminho</description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 Jul 2010 15:52:32 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: alcione</title>
		<link>http://www.minhacarreira.com/2010/02/04/a-geracao-y-e-um-novo-gestor/comment-page-1/#comment-1023</link>
		<dc:creator>alcione</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 14:34:27 +0000</pubDate>
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		<description>Gostaria de saber como trabalhar com a geração y, dentro de uma empresa obedecendo normas. Que criterio podemos usar para trabalhar por um periodo prolongado? 
Não conheço muito da geração y, é a primeira vez que leio a respeito e me interessei, sou nascida em 83 e não me considero como voces.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de saber como trabalhar com a geração y, dentro de uma empresa obedecendo normas. Que criterio podemos usar para trabalhar por um periodo prolongado?<br />
Não conheço muito da geração y, é a primeira vez que leio a respeito e me interessei, sou nascida em 83 e não me considero como voces.</p>
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		<title>Por: Prof. Haroldo Lemos</title>
		<link>http://www.minhacarreira.com/2010/02/04/a-geracao-y-e-um-novo-gestor/comment-page-1/#comment-643</link>
		<dc:creator>Prof. Haroldo Lemos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 04:12:21 +0000</pubDate>
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		<description>Prezada Liliane

   Cada vez mais fico feliz ao perceber que o ambiente profissional ao qual pertenço está isento desse neologismo insuportável, mas já cristalizado, que se chama &quot;gestão&quot; e seus derivados (&quot;gestores&quot;, &quot;choque de gestão&quot; e congêneres). Não sei porque as faculdades de administração anda não mudaram de nome.No ambiente científico, que é, mercê de Deus, altamente hierarquizado, a figura do orientador (ou &quot;head&quot;) do laboratório ou departamento, ainda é, na maioria das vezes, inspiradora e acolhedora.E tanto isto é verdade que, não raro, esses orientadores (as), são carinhosamente chamados de &quot;pai&quot; ou &quot;mãe&quot; científicos.E atuam como tal, sobremodo quando o orientando vem de outro estado ou país. Eu poderia citar centenas de exemplos, mas não é o caso agora. Muito diferente é o que se dá no meio empresarial, ou &quot;corporativo&quot; se preferir,onde se é avaliado pelo quanto se produz ou rende (em dinheiro) e não pelo quanto se pensa e pelo &quot;quantum&quot; de conhecimento em prol da humanidade se gera. 

   Sua experiência se dá em ambos os meios, acadêmico (ainda em desenvolvimento) e profissional (estágio). De todo modo, sua carreira está imersa em situações que envolvem os aspectos abordados em seu texto (perdoe a ignorãncia, mas não sei que diabos vem a ser este &quot;Y&quot;),todos voltados para o comportamento do &quot;gestor&quot; e, por isso mesmo, de suas idiossincrasias. Mas não deixe de lembrar que tal não se dá em todos os meios profissionais e as situações que você aponta longe estão de serem &quot;paradigmas&quot; (termo também da moda, que nem &quot;gestor&quot;).

Sucesso e felicidades

Prof. Haroldo Lemos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezada Liliane</p>
<p>   Cada vez mais fico feliz ao perceber que o ambiente profissional ao qual pertenço está isento desse neologismo insuportável, mas já cristalizado, que se chama &#8220;gestão&#8221; e seus derivados (&#8220;gestores&#8221;, &#8220;choque de gestão&#8221; e congêneres). Não sei porque as faculdades de administração anda não mudaram de nome.No ambiente científico, que é, mercê de Deus, altamente hierarquizado, a figura do orientador (ou &#8220;head&#8221;) do laboratório ou departamento, ainda é, na maioria das vezes, inspiradora e acolhedora.E tanto isto é verdade que, não raro, esses orientadores (as), são carinhosamente chamados de &#8220;pai&#8221; ou &#8220;mãe&#8221; científicos.E atuam como tal, sobremodo quando o orientando vem de outro estado ou país. Eu poderia citar centenas de exemplos, mas não é o caso agora. Muito diferente é o que se dá no meio empresarial, ou &#8220;corporativo&#8221; se preferir,onde se é avaliado pelo quanto se produz ou rende (em dinheiro) e não pelo quanto se pensa e pelo &#8220;quantum&#8221; de conhecimento em prol da humanidade se gera. </p>
<p>   Sua experiência se dá em ambos os meios, acadêmico (ainda em desenvolvimento) e profissional (estágio). De todo modo, sua carreira está imersa em situações que envolvem os aspectos abordados em seu texto (perdoe a ignorãncia, mas não sei que diabos vem a ser este &#8220;Y&#8221;),todos voltados para o comportamento do &#8220;gestor&#8221; e, por isso mesmo, de suas idiossincrasias. Mas não deixe de lembrar que tal não se dá em todos os meios profissionais e as situações que você aponta longe estão de serem &#8220;paradigmas&#8221; (termo também da moda, que nem &#8220;gestor&#8221;).</p>
<p>Sucesso e felicidades</p>
<p>Prof. Haroldo Lemos.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Paula Carina de Araújo</title>
		<link>http://www.minhacarreira.com/2010/02/04/a-geracao-y-e-um-novo-gestor/comment-page-1/#comment-641</link>
		<dc:creator>Paula Carina de Araújo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 16:09:49 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns pelo post Lili...não vejo essa características como um &quot;lado ruim&quot;, mas sim como uma forma de estreitar as relações e dessa forma melhorar as parcerias e a construção do conhecimento, melhoria dos processos...etc. Numa sociedade que busca inovação constante, é impossível não exigir proximidade e interação entre a equipe indepedente do cargo de cada um.

Abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pelo post Lili&#8230;não vejo essa características como um &#8220;lado ruim&#8221;, mas sim como uma forma de estreitar as relações e dessa forma melhorar as parcerias e a construção do conhecimento, melhoria dos processos&#8230;etc. Numa sociedade que busca inovação constante, é impossível não exigir proximidade e interação entre a equipe indepedente do cargo de cada um.</p>
<p>Abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Geração Y, blogs, empresas&#8230; &#171; Lili Trainee</title>
		<link>http://www.minhacarreira.com/2010/02/04/a-geracao-y-e-um-novo-gestor/comment-page-1/#comment-638</link>
		<dc:creator>Geração Y, blogs, empresas&#8230; &#171; Lili Trainee</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 23:50:00 +0000</pubDate>
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		<description>[...] ter paciência com a gente -, entendi o que aconteceu e mais uma vez confirmei o que escrevi em um texto que foi publicado hoje no Minha Carreira: &#8220;Isso exige muita maturidade dos mais jovens para [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] ter paciência com a gente -, entendi o que aconteceu e mais uma vez confirmei o que escrevi em um texto que foi publicado hoje no Minha Carreira: &#8220;Isso exige muita maturidade dos mais jovens para [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Wellington Miranda</title>
		<link>http://www.minhacarreira.com/2010/02/04/a-geracao-y-e-um-novo-gestor/comment-page-1/#comment-637</link>
		<dc:creator>Wellington Miranda</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 23:21:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.minhacarreira.com/?p=1040#comment-637</guid>
		<description>Suas palavras mostram que os Y querem expulsar a frieza nas relações de trabalho chefe-subordinado. Muitos X também buscam isso, só que outros X não permitem. Independentemente da letra do alfabeto que melhor o represente, de A a Z, passando pelo X e pelo Y, a busca da proximidade, do calor humano na relação, o que chamo de emoção, pode ser a grande contribuição dos Y para os letrados e os iletrados em sua labuta díária nas empresas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Suas palavras mostram que os Y querem expulsar a frieza nas relações de trabalho chefe-subordinado. Muitos X também buscam isso, só que outros X não permitem. Independentemente da letra do alfabeto que melhor o represente, de A a Z, passando pelo X e pelo Y, a busca da proximidade, do calor humano na relação, o que chamo de emoção, pode ser a grande contribuição dos Y para os letrados e os iletrados em sua labuta díária nas empresas.</p>
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