A desculpa de Nelsinho é que o chefe da equipe Renault, Briatore, o influenciou e pediu para que o acidente ocorresse num “jogo de equipe”, que na ocasião resultou na vitória do companheiro Fernando Alonso. Ao mesmo tempo o chefe rebate as acusações num jogo de empurra pra lá, empurra pra cá.
Analisando o caso apenas sob a ótica profissional e deixando de lado os relacionamentos e interesses pessoais, onde a equipe Renault é uma empresa e o Nelsinho um colaborador contratado, podemos no mínimo afirmar que faltou ética e profissionalismo por parte do piloto.
Independente das más intenções de uma empresa ou de um líder, todo profissional deve preservar e cultivar valores como: caráter, responsabilidade e ética. Torná-los intocáveis e ser justo para que os resultados e sucessos obtidos sejam dignos de um trabalho bem executado. Colocar em risco uma ou mais vidas, podendo ainda cometer um suicídio, é um ato repugnável e em nenhuma profissão ou profissional deve aceitar isso.
Ter opinião própria e senso de decisão são características da Geração Y e o Nelsinho faz parte dela, nasceu em 85. Apesar disso, ser X, Y ou Z não quer dizer que todos são iguais e o que diferencia um profissional do outro, além das competências são os valores. O jovem precisa saber dizer “não” para propostas que ferem a honra e a dignidade de uma pessoa. Responder negativamente em situações como essas não é demonstração de fraqueza, covardia ou desrespeito, mas pelo contrário, demonstra que você tem valores e que eles são determinantes e significativos para você.
A vida é feita de boas e más escolhas. As experiências e os aprendizados do dia a dia, transformados em acertos e erros, complementam a vida pessoal e profissional. Esperamos que isso sirva de aprendizado ao Nelsinho e de exemplo a não ser seguido por todos.
Muito maneiro o post, Guilherme. Assino embaixo. Não acho que eu esteja em posição de julgar o que ele fez, mas gosto de pensar que eu não faria o mesmo. Abração e parabéns pelo blog
http://www.rivello.com.br Carol Rivello
Muito maneiro o post, Guilherme. Assino embaixo. Não acho que eu esteja em posição de julgar o que ele fez, mas gosto de pensar que eu não faria o mesmo. Abração e parabéns pelo blog
http://www.rivello.com.br Carol Rivello
Muito maneiro o post, Guilherme. Assino embaixo. Não acho que eu esteja em posição de julgar o que ele fez, mas gosto de pensar que eu não faria o mesmo. Abração e parabéns pelo blog
Chris Leal
Fiquei incomodada com a atitude do nelsinho mas não pensei muito nisso.
Lendo o seu post, concordei. O problema todo são os valores. Se a empresa te pede para fazer algo que você considera incorreto, e vc fez, e depois vc vem a público dizer q fez o que fez pq lhe mandaram, vc se torna tão anti ético quanto a ordem, aliás duas vezes. Não faça, seja mais inteligente que uma ordem ‘sacana’, procure outra estratégia, busque alternativas.
Chris Leal
Fiquei incomodada com a atitude do nelsinho mas não pensei muito nisso.
Lendo o seu post, concordei. O problema todo são os valores. Se a empresa te pede para fazer algo que você considera incorreto, e vc fez, e depois vc vem a público dizer q fez o que fez pq lhe mandaram, vc se torna tão anti ético quanto a ordem, aliás duas vezes. Não faça, seja mais inteligente que uma ordem ‘sacana’, procure outra estratégia, busque alternativas.
Chris Leal
Fiquei incomodada com a atitude do nelsinho mas não pensei muito nisso.
Lendo o seu post, concordei. O problema todo são os valores. Se a empresa te pede para fazer algo que você considera incorreto, e vc fez, e depois vc vem a público dizer q fez o que fez pq lhe mandaram, vc se torna tão anti ético quanto a ordem, aliás duas vezes. Não faça, seja mais inteligente que uma ordem ‘sacana’, procure outra estratégia, busque alternativas.
É bom tocar no assunto já que a linha que separa o certo e o errado é tênue em nossos dias…
Guilherme Fabri
Concordo em partes com opinião da Chris, pois muitas vezes no trabalho realizei ações recebidas de superiores as quais não julgava correto, mas realizei, contou como experiência. Mas concordo com os dois ultimos parágrafos postados.
http://www.tossulino.com Guilherme Tossulino
Olá Guilherme,
Agir contra a própria vontade, mesmo sabendo que não é o melhor a ser feito, tem limite. Seguir ordens de um superior é comum e totalmente aceitável, desde que esse ato não manche a sua reputação como pessoa e profissional, pois como o Nelsinho você será responsável pelos resultados. Ética não é negociável e não há meio termo.
Obrigado a todos pelos comentários.
Um abraço!
Guilherme Fabri
Concordo em partes com opinião da Chris, pois muitas vezes no trabalho realizei ações recebidas de superiores as quais não julgava correto, mas realizei, contou como experiência. Mas concordo com os dois ultimos parágrafos postados.
http://www.tossulino.com Guilherme Tossulino
Olá Guilherme,
Agir contra a própria vontade, mesmo sabendo que não é o melhor a ser feito, tem limite. Seguir ordens de um superior é comum e totalmente aceitável, desde que esse ato não manche a sua reputação como pessoa e profissional, pois como o Nelsinho você será responsável pelos resultados. Ética não é negociável e não há meio termo.
Obrigado a todos pelos comentários.
Um abraço!
Guilherme Fabri
Concordo em partes com opinião da Chris, pois muitas vezes no trabalho realizei ações recebidas de superiores as quais não julgava correto, mas realizei, contou como experiência. Mas concordo com os dois ultimos parágrafos postados.
http://www.tossulino.com Guilherme Tossulino
Olá Guilherme,
Agir contra a própria vontade, mesmo sabendo que não é o melhor a ser feito, tem limite. Seguir ordens de um superior é comum e totalmente aceitável, desde que esse ato não manche a sua reputação como pessoa e profissional, pois como o Nelsinho você será responsável pelos resultados. Ética não é negociável e não há meio termo.
Obrigado a todos pelos comentários.
Um abraço!
Maxsuel Siqueira
E o diretor Flavio Briatore perdeu a queda de braço p/ Nelsinho e o pai dele e foi desligado da companhia, podendo até ser banido do esporte.
Maxsuel Siqueira
E o diretor Flavio Briatore perdeu a queda de braço p/ Nelsinho e o pai dele e foi desligado da companhia, podendo até ser banido do esporte.
Maxsuel Siqueira
E o diretor Flavio Briatore perdeu a queda de braço p/ Nelsinho e o pai dele e foi desligado da companhia, podendo até ser banido do esporte.
Um espaço para expressão de ideias, experiências, estudos, leituras, vivências e aprendizados. Trazendo um olhar jovem e único sobre os diversos temas existentes no dia a dia profissional e pessoal.