A Geração Y descobre o caminho
por Melissa Teófilo em 07/09/2009 na categoria Geração Y

Lambuzávamo-nos com os conhecimentos que vinham depois do “porque sim não é resposta” e aprendemos a questionar, não só as certezas, mas àqueles que as tinham. Sem perder tempo, corremos para “googlar” o que foi dito na aula. Os professores não são mais os donos da razão.
Na vida profissional, não é diferente. Descobrimos que os chefes não sabem tudo e temos uma dificuldade incrível em entender que experiência prática é essencial e tão importante quanto capacidade teórica. Os apelidados “dinossauros” pela rádio peão e aos poucos estão deixando o pedestal hierárquico.
Sabemos que todos os papéis e perfis são fundamentais na organização. A formação daqueles que definem as diretrizes da empresa, salve algumas exceções, é composta por uma lógica diferente da nossa: Aprendemos química com o professor Beakman e seu fiel escudeiro rato, o Lester; eles decoraram a tabela periódica.
Hoje, diante de um problema, recorremos ao brainstorming antes mesmo de entender a causa ou o efeito. Nossa ansiedade por um milhão e meio de respostas em meio segundo, como tudo, tem seu lado bom e ruim. Não vamos analisar profundamente todas as respostas, tampouco entenderemos como é importante ser assertivo na pergunta, mas perguntaremos quantas vezes for necessário.
Na Geração Y, a definição de qualquer coisa deixou de ser laica. A formação dos conceitos passa, obrigatoriamente, pela experiência e bagagem de vida de quem a está definindo. Os problemas estão mais subjetivos, e a diversidade e comunicação dentro do time se tornou essencial.
As equipes se transformaram em um quebra-cabeça que se renova a cada novo desafio. O cenário muda e as peças precisam se adaptar, trocar de local e formato. Isso torna o respeito e a percepção do outro peças chaves para o sucesso de uma organização. Os mestres se tornaram facilitadores. Agora, mostram os caminhos que precisam ser seguidos para a construção das respostas. O “sim”, invariavelmente, precisa vir acompanhado da vírgula.
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Ótimo post!
Melissa,
Parabéns pelo post e seja novamente bem-vinda ao Minha Carreira.
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Gostei do post. abs!
Gostei muito do post. Voce apresentou uma boa radiografia de como pensa a Geração Y e como devemos atentar para as diferenças de pontos de vista e para as transformações que os jovens estão promovendo nas corporações. Parabéns!
Olá, gostaria de saber a origem deste conceito de Geração Y.
Conheço a história a respeito dos Baby Boomers, Geração X e Y, o que realmente quero saber é a partir de quais estudos (aonde realizados, por quem realizados, e qual a tese na qual ele se insere).
Obrigado.
Olá,
Muito bom!
[...] PS: começo a sentir as necessidades da Geração Y [...]